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	<title>Clínica Phoenix &#8211; Oftalmologia Geral e Pediátrica</title>
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		<title>Ambliopia</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:46:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Definição O termo ambliopia é originário do grego (amblios = tolo e ops = visão) e significa literalmente &#8216;visão boba&#8217;. Trata-se da diminuição da acuidade visual, uni ou bilateral, num local que não se encontra lesão ocular ao exame oftalmológico. O problema é meramente funcional e pode ocorrer mesmo com uso de óculos, quando as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>O termo ambliopia é originário do grego (amblios = tolo e ops = visão) e significa literalmente &#8216;visão boba&#8217;. Trata-se da diminuição da acuidade visual, uni ou bilateral, num local que não se encontra lesão ocular ao exame oftalmológico. O problema é meramente funcional e pode ocorrer mesmo com uso de óculos, quando as estruturas oculares apresentam-se aparentemente normais (sem alteração orgânica). A ambliopia aparece em decorrência de obstáculos ao desenvolvimento da visão. O olho amblíope não apresenta um amadurecimento normal da visão e é popularmente conhecido como &#8220;olho preguiçoso&#8221;. A incidência de ambliopia em crianças em idade escolar é de aproximadamente 4% e, em geral, é prevenível ou tratável nos primeiros anos de vida.</p>
Causas
<p>Estrabismo, diferença de erro de refração entre os olhos (alta hipermetropia e astigmatismo), catarata congênita e qualquer outro fator que impeça a formação do foco da imagem na retina são as causa mais freqüentes de ambliopia. No entanto, o estrabismo ainda é responsável por grande parte dos casos de ambliopia. Já com estrabismos de pequeno ângulo bem como diferenças de grau podem passar desapercebidas aos pais e ao médico não especialista, a prevenção da ambliopia definitiva está no exame oftalmológico de todas as crianças antes dos dois anos de idade. O mecanismo da ambliopia consiste que c ada um dos dois olhos envia uma imagem para o cérebro, o qual precisa juntá-las formando uma só imagem. Quando os dois olhos enviam uma imagem igual para o mesmo objeto obtém-se facilmente a fusão das imagens. Porém, quando cada olho está fixando num ponto, o cérebro recebe duas imagens muito diferentes entre si e não consegue juntá-las. Como defesa, o olho elimina automaticamente a imagem que vem do olho desviado. A supressão do olho desviado faz com que não haja desenvolvimento visual e fica o olho mais fraco (amblíope ou olho preguiçoso).</p>
Tratamento
<p>O tratamento clássico e mais conhecido da ambliopia ainda é a oclusão do olho de melhor visão, sendo que as ambliopias não tratadas até os seis anos de idade são consideradas irreversíveis. O tempo para oclusão depende da intensidade e da idade do paciente. Na maior parte dos casos, a ambliopia deve ser detectada e tratada antes da idade escolar, quando a visão ainda está em pleno desenvolvimento, porém não é fácil de ser detectada, principalmente pela criança, que sempre enxergou dessa maneira e não percebe que só um olho é “bom”. Todas as crianças devem realizar exame oftalmológico por volta até os 4 anos de idade para diagnosticar diferenças de poder refracional entre os olhos. Se apresentarem estrabismo ou houver história de ambliopia na família, a criança deve realizar esse exame mais precocemente.</p>
<p>No entanto, não adianta tratar apenas a causa da ambliopia. Deve-se também forçar o cérebro a usar o olho fraco para estimulá-lo. Isso só é possível ao ocluir o olho preferido na maior parte do dia, por semana ou até meses. Algumas vezes é necessário ocluir ambos os olhos alternadamente. Quanto ao sucesso no tratamento da ambliopia, isso varia conforme a gravidade do problema e da idade do paciente, tendo resultados insatisfatórios se for feito após a idade escolar. O tratamento pode durar até os 9 anos de idade. Após essa idade, a ambliopia tende a não voltar mais. Se o olho amblíope não for tratado, a dificuldade visual poderá ser irreversível.</p>
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		<title>Anisometropia</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[andre.bellucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definição Anisometropia é o termo empregado relacionado à condição em que o erro refrativo é diferente entre os olhos. As anisometropias são um dos campos mais controversos da prática refratométrica. Se houvesse, na definição, um valor limítrofe que identificasse os casos clinicamente significantes poderia dar uma precisão para esse problema ocular. Em crianças, quando não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>Anisometropia é o termo empregado relacionado à condição em que o erro refrativo é diferente entre os olhos. As anisometropias são um dos campos mais controversos da prática refratométrica. Se houvesse, na definição, um valor limítrofe que identificasse os casos clinicamente significantes poderia dar uma precisão para esse problema ocular. Em crianças, quando não corrigida a tempo, a anisometropia pode inclusive levar à ambliopia no olho que tem um maior erro de refração.</p>
<p>Em geral, as anisometropias não ocorrem isoladamente e as diferenças refrativas não são as únicas determinantes da tolerância ao problema. Diversos fatores como o tipo de anisometropia, idade do paciente, capacidade fusional, uso de óculos também são variáveis que devem ser estudadas junto do problema.</p>
<p>Basicamente, as anisometropias são classificadas como miópicas quando os dois olhos são míopes e hipermetrópicas no caso de ambos os olhos serem hipermétropes. Dá-se o nome de antimetropia quando um olho é míope e o outro hipermétrope. Outra forma de classificação as divide em axiais e refrativas.</p>
Causas
<p>Os sintomas variam de acordo com o tipo de anisometropia. A criança com o problema normalmente não apresenta queixas, principalmente se um dos olhos tiver boa acuidade visual. Tais casos podem ser detectados somente através de triagem visual ou exame oftalmológico e não têm causas conhecidas.</p>
<p>Caso ambos os olhos forem míopes, ocorre diminuição da acuidade visual. Se só um olho for míope e o outro normal, geralmente o paciente não percebe a baixa de visão pois o olho bom compensa, sendo detectada alteração somente no exame oftalmológico de rotina. Se os dois olhos forem hipermétropes ou só um e o outro normal, os sintomas são dor de cabeça, cansaço à leitura e embaçamento visual, devido à acomodação (aumento do poder óptico do olho para manter imagens claras a medida que o objeto fica mais próximo do olho) e ao esforço na tentativa do cérebro de fundir as duas imagens formadas na retina.</p>
Tratamento
<p>A prescrição óptica através de óculos ou lente de contato é a forma de tratamento mais apropriada para a correção das anisometropias. Assim, o objetivo é possibilitar a formação de imagens claras na retina de ambos os olhos. No entanto, vale salientar que ainda não existem regras rígidas para o tratamento oftalmológico das anisometropias. Cabe ao médico um exame minucioso e individualizado antes de se tomar uma decisão frente ao problema de cada paciente. O tema é bem antigo e atualmente tem adquirido repercussão com o advento das cirurgias refrativas.</p>
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		<title>Astigmatismo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[andre.bellucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definição O Astigmatismo ocorre quando a córnea apresenta uma maior curvatura em uma direção, o que distorce a visão para perto e à distância também. A córnea normalmente é redonda, enquanto no astigmata, pessoa que tem esse problema, é ovalada. Quando há irregularidade na curvatura da córnea ou do cristalino (lente interna do olho) pode [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>O Astigmatismo ocorre quando a córnea apresenta uma maior curvatura em uma direção, o que distorce a visão para perto e à distância também. A córnea normalmente é redonda, enquanto no astigmata, pessoa que tem esse problema, é ovalada. Quando há irregularidade na curvatura da córnea ou do cristalino (lente interna do olho) pode gerar o astigmatismo. Sendo assim, os raios de luz não chegam ao mesmo ponto na retina.
Alguns são direcionados em mais de um ponto na retina e outros à frente ou atrás dela. Em virtude da curvatura irregular, a imagem levada ao cérebro torna-se deformada, distorcida ou desfocada.
Dependendo do grau e da atividade da visão, seja para perto ou longe, a imagem fica como se fosse borrada e algumas queixas são freqüentes, tais como dor de cabeça, sensação de ardor nas vistas e hiperemia conjuntival. A intensidade varia conforme a gravidade do problema e o esforço visual.</p>
Causas
<p>Nem todas as córneas possuem uma forma perfeita. Tal como ocorre com os demais erros de refração, o astigmatismo pode estar relacionado a uma herança genética, porém a causa dessa malformação ainda é desconhecida.
Geralmente o astigmatismo aparece ao nascimento e sofre poucas alterações durante o desenvolvimento. Pode ainda surgir depois de um trauma ocular e comprometer a córnea após intervenção cirúrgica intra-ocular ou relacionado com outras doenças oculares, como ceratocone, por exemplo. Coçar os olhos pode favorecer o aumento do astigmatismo, que pode ser estar associado a miopia, hipermetropia e presbiopia (vista cansada), mas nem sempre afeta os dois olhos.</p>
Tratamento
<p>Para corrigir o astigmatismo é possível com o uso de óculos, lentes de contato ou cirurgia refrativa. As lentes de contato devem ser adaptadas para curvaturas específicas e com espessuras diferentes ao longo da superfície ocular para compensar a superfície irregular da córnea. Quanto maior o grau do astigmatismo, maior é a diferença de espessura da lente de contato.</p>
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		<title>Baixa Visão</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[andre.bellucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definição A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera deficiente visual a pessoa que é privada, em parte (segundo critérios pré-estabelecidos) ou totalmente da capacidade de ver. Baixa visão (ou visão subnormal) é o comprometimento do funcionamento visual em ambos os olhos, mesmo após correção de erros de refração comuns com uso de óculos, lentes de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera deficiente visual a pessoa que é privada, em parte (segundo critérios pré-estabelecidos) ou totalmente da capacidade de ver. Baixa visão (ou visão subnormal) é o comprometimento do funcionamento visual em ambos os olhos, mesmo após correção de erros de refração comuns com uso de óculos, lentes de contato ou cirurgias oftalmológicas.</p>
<p>Trata-se de uma definição técnica e quantitativa. Baixa visão é para quem tem uma acuidade visual menor que 0,3 (Snellen), até a percepção de luz ou, um campo visual menor que 10 graus do ponto de fixação.</p>
<p>Os principais indícios relacionados à deficiência visual são: constante irritação ocular, excessiva aproximação junto ao rosto para ler ou escrever, dificuldade para leitura à distância, esforço visual, inclinação da cabeça para tentar enxergar melhor, dificuldade de enxergar pequenos obstáculos no chão, nistagmo (olho constantemente trêmulo), estrabismo ou dificuldade de enxergar em ambientes claros.</p>
Causas
<p>As Principais causas da deficiência visual são: perda da visão decorrente de ferimentos, traumatismos, perfurações e vazamentos nos olhos. Durante a gestação, doenças como rubéola, toxoplasmose e sífilis podem causar a deficiência na criança. Infecções em recém-nascidos também podem causar déficits visuais.</p>
<p>Outras doenças que ocorrem, na maioria das vezes, em adultos, se não forem devidamente tratadas, podem gerar deficiência visual. Entre as principais estão: glaucoma , diabetes, toxoplasmose, descolamento de retina, catarata congênita, retinopatia da prematuridade, baixa oxigenação do cérebro (hipóxia) entre outras.</p>
<p>Médicos especialistas em visão subnormal estimam que os casos de deficiência visual poderiam ser reduzidos em até 30%, caso sejam adotadas todas as medidas preventivas e eficientes nas áreas de educação e saúde.</p>
Tratamento
<p>A OMS preconiza avaliação funcional da visão por um profissional experiente da área de educação/reabilitação com o objetivo de observar se o indivíduo está utilizando sua visão com o objetivo de realizar um processo de estimulação visual Assim, o indivíduo pode ser potencialmente capaz de usar a visão para o planejamento e execução de tarefas.</p>
<p>O trabalho educativo pode promover uma inserção social do indivíduo, seja no ambiente domiciliar ou profissional. No entanto, deve ter o devido acompanhamento de profissionais especializados em deficiência visual para adquirir melhor orientação espacial, saber se alimentar adequadamente, utilização de auxílios ópticos (como lupas especiais, bengalas etc.). Porém, para cada caso e problema existe uma abordagem específica.</p>
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		<title>Blefarite</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[andre.bellucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definição A blefarite é uma inflamação comum e persistente das bordas das pálpebras. Apresenta irritação, prurido e, inclusive, olho vermelho. Na região palpebral aparecem granulações parecidas com &#8220;caspinhas&#8221;, que podem se estender até os cílios. Pessoas com pele oleosa, caspa e olhos secos têm maior tendência de ter blefarite, a qual pode se iniciar na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>A blefarite é uma inflamação comum e persistente das bordas das pálpebras. Apresenta irritação, prurido e, inclusive, olho vermelho. Na região palpebral aparecem granulações parecidas com &#8220;caspinhas&#8221;, que podem se estender até os cílios.
Pessoas com pele oleosa, caspa e olhos secos têm maior tendência de ter blefarite, a qual pode se iniciar na infância e se prolongar por toda a vida como uma afecção crônica.
Em alguns casos, a blefarite produz somente irritação e prurido leves, mas podem também provocar ardência e sensação de areia junto dos olhos. A blefarite pode ainda levar a complicações graves, como inflamação dos tecidos oculares e atingir a córnea.</p>
Causas
<p>A blefarite pode atingir as pálpebras inferiores e superiores e as causas são alérgicas ou infecciosas.</p>
Tratamento
<p>O tratamento adequado vai depende da causa da blefarite, a qual pode não ser curável, porém é possível controlá-la com algumas medidas indicadas por médicos.
Podem ser recomendadas compressas mornas sobre as pálpebras com o objetivo de retirar as granulações características da blefarite e solubilizar secreções oleosas das glândulas sebáceas.
Além de medidas de higienização, podem ser orientados usos de pomada com antibiótico, lágrimas artificiais, corticoesteróides oculares de olho seco ou medicamentos por via oral.</p>
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		<title>Catarata</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[andre.bellucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Definição Catarata é a opacidade da lente natural do olho, tanto localizada como generalizada no cristalino. Geralmente atua de maneira progressiva. Inicia-se com diminuição da acuidade visual e o uso de recursos ópticos, seja óculos ou lentes de contato, não melhorado a visão de quem tem a doença. A catarata pode ser observada na pupila, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>Catarata é a opacidade da lente natural do olho, tanto localizada como generalizada no cristalino. Geralmente atua de maneira progressiva. Inicia-se com diminuição da acuidade visual e o uso de recursos ópticos, seja óculos ou lentes de contato, não melhorado a visão de quem tem a doença.
A catarata pode ser observada na pupila, que se torna esbranquiçada. Além de causar diminuição da visão, as pessoas podem observar imagens duplas, confusão para ver e distinguir cores, alteração freqüente do grau de óculos, muita dificuldade para a leitura e visão pior com luminosidade do sol. Pode ocorrer bilateralmente e ainda é a maior causa de cegueira no mundo, atingindo milhões de pessoas. A catarata pode ser congênita (mais rara) ou adquirida, que é a forma mais freqüente.</p>
Causas
<p>As cataratas adquiridas, em geral, ocorrem em pessoas acima dos 60 anos e também são conhecidas como cataratas senis. Traumas oculares, uso de corticoesteróides, inflamações intra-oculares, exposição excessiva à radiação ultravioleta e diversas doenças associadas, como o diabetes, por exemplo, são causas conhecidas. Dietas alimentares ainda são fonte de pesquisa.</p>
Tratamento
<p>O tratamento disponível e reconhecido cientificamente para a catarata é, sem dúvida, a intervenção cirúrgica para a remoção do cristalino opaco. Como o cristalino é uma lente natural muito rígida deve-se colocar uma outra lente no lugar para evitar que o paciente seja obrigado a utilizar óculos de alto grau.
As técnicas conhecidas para a cirurgia de catarata são a facectomia extra-capsular ou a facoemulsificação. Para a cirurgia de catarata são realizados exames pré-operatórios, os quais vão determinar o grau da lente intra-ocular para implante bem como a melhor técnica a ser escolhida para essa cirurgia. Os resultados cirúrgicos geralmente são muito bem-sucedidos e no pós-operatório faz-se acompanhamento prolongado, uso de medicamentos específicos e de lentes refrativas.</p>
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		<title>Catarata Congênita</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[andre.bellucci]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Principais Doenças]]></category>

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		<description><![CDATA[Definição A catarata congênita ocorre por alterações na formação do cristalino e é a principal causa de cegueira na infância Qualquer opacificação do cristalino presente no nascimento é uma catarata congênita. Dependendo do grau de opacificação, pode haver interferência na passagem de luz, por distorção ou redução na quantidade de raios luminosos que atingem a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>A catarata congênita ocorre por alterações na formação do cristalino e é a principal causa de cegueira na infância Qualquer opacificação do cristalino presente no nascimento é uma catarata congênita. Dependendo do grau de opacificação, pode haver interferência na passagem de luz, por distorção ou redução na quantidade de raios luminosos que atingem a retina de bebês.</p>
<p>Por ser uma causa comprovada de cegueira infantil e por requerer diagnóstico precoce e tratamento cirúrgico imediato, a catarata congênita depende de atenção especial de profissionais de saúde. O diagnóstico acurado e precoce é a chave para evitar complicações irreversíveis e deve ser importante a participação de pediatras, obstetras e de neonatologistas para a averiguação correta desse problema de saúde visual precoce.</p>
Causas
<p>Mundialmente, a catarata congênita tem uma incidência de 0,4% ou 1 caso para cada 250 neonatos. Sendo assim, chega-se à conclusão que a catarata congênita pode ser considerada a maior causa de cegueira na infância. As possíveis causas apontadas para a catarata anomalia de desenvolvimento, fator hereditário, embrionária infecciosa, parasitária, tóxica ou por irradiação. Entre as enfermidades estão a rubéola, toxoplasmose e sífilis materna. Em geral é bilateral e com localização e formas variáveis. Pode ainda ocorrer como doença isolada ou associada a outras malformações oculares e sistêmicas. A opacificação do cristalino pode variar, indo desde tênue até suficientemente densa para dar assemelhar com pupila branca.</p>
Tratamento
<p>O tratamento da catarata congênita deve ser o mais precoce possível e a abordagem depende da localização e intensidade da opacificação, grau de deficiência visual, alterações oftalmológicas relacionadas e idade da criança. O tratamento de cataratas parciais pode ser realizado com colírios midriáticos, oclusão e óculos especiais para melhorar a acuidade visual.</p>
<p>A indicação depende comprometimento da acuidade visual e da avaliação das condições funcionais do olho. O diagnóstico da catarata congênita normalmente é difícil e pode passar despercebido, já que o exame biomicroscópico poucas vezes é realizado em bebês. O tratamento cirúrgico dos pacientes durante as primeiras semanas de vida responde por resultados bem-sucedido a curto e longo prazo e contribui para um baixo índice de complicações e melhor recuperação do paciente.</p>
<p>A cirurgia de catarata congênita pode ser feita por meio das técnicas de facectomia extra-capsular, facoemulsificação ou lensectomia. Podem surgir complicações no pós-operatório como glaucoma, opacidades secundárias ao trauma cirúrgico que devem ser tratadas rapidamente.</p>
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		<title>Cegueira</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:40:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Definição Uma delimitação de deficientes visuais, cegos e portadores de visão subnormal, se dá por duas escalas oftalmológicas: acuidade visual, aquilo que se enxerga a determinada distância e campo visual, a amplitude da área alcançada pela visão. Em 1966 a Organização Mundial de Saúde (OMS) registrou 66 diferentes definições de cegueira, utilizadas para fins estatísticos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>Uma delimitação de deficientes visuais, cegos e portadores de visão subnormal, se dá por duas escalas oftalmológicas: acuidade visual, aquilo que se enxerga a determinada distância e campo visual, a amplitude da área alcançada pela visão.
Em 1966 a Organização Mundial de Saúde (OMS) registrou 66 diferentes definições de cegueira, utilizadas para fins estatísticos em diversos países. Para sintetizar, um grupo de estudos sobre a Prevenção da Cegueira da OMS, em 1972, propôs normas para a definição de cegueira e para uniformizar as anotações dos valores de acuidade visual com finalidades estatísticas.
No entanto, pode-se observar, de imediato, que a quantificação médica das variações na acuidade visual é um tanto vaga para o leigo, já que a limitação visual se apresenta de forma bem variada. Diferente do que podemos imaginar, o termo cegueira é relativo, pois reúne indivíduos com diversos graus de visão residual e abrange vários tipos de deficiência visual grave. Isso não significa, obrigatoriamente, total incapacidade para ver e sim prejuízo dessa aptidão a níveis incapacitantes para o exercício de tarefas do dia-a-dia.</p>
<p>Considera-se portador de cegueira aquele cuja visão do melhor olho, após a melhor correção óptica ou cirúrgica, varia de zero a um décimo (escala optométrica de Snellen), ou quando tem o campo visual reduzido a um ângulo menor que 20 graus. Para entender-se melhor o que significa um décimo de acuidade visual, podemos esclarecer isso dizendo que o indivíduo portador dessa limitação enxerga apenas a uma distância de 20m.</p>
<p>Existe a cegueira parcial (conhecida como legal, econômica ou profissional) e nessa categoria estão os indivíduos apenas capazes de contar dedos a pouca distância e os que só vêem vultos. Próximos da cegueira total estão os indivíduos que só têm percepção e projeção de luminosidade. No primeiro caso, há apenas a distinção entre claro e escuro e no segundo (projeção) o indivíduo é capaz de identificar a direção de onde vem a luz.
A cegueira total (amaurose) pressupõe completa perda de visão. A visão é totalmente nula, ou seja, nem a percepção luminosa está presente e em oftalmologia isso significa visão zero.</p>
<p>Uma pessoa é considerada cega se corresponde a um dos critérios técnicos a seguir: visão corrigida do melhor dos seus olhos é de 20/200 ou menos, isto é, se pode ver a 6m, o que uma pessoa de visão normal pode ver a 60 metros.</p>
<p>Os indivíduos podem ter cegueira de nascença ou adquirida ao longo da vida. É freqüente imaginar que toda pessoa portadora de cegueira nasceu com tal problema visual, porém muitos são os casos de pessoas que adquiriram a cegueira. Eis aí uma diferença que se observa para habilidades dos portadores de cegueira.</p>
Causas
<p>Em geral, as causas mais freqüentes que levam à cegueira infantil são glaucoma congênito, a retinopatia da prematuridade, a rubéola, a catarata congênita, a toxoplasmose congênita, a hipovitaminose A, a oncocercose, o sarampo e o tracoma. A OMS recomenda tratamentos precoces de várias doenças oculares, as quais são preveníveis ou tratáveis com a devida intervenção oftalmológica.</p>
<p>Em adultos especialmente são outros fatores que podem causar a cegueira, cada um deles, com suas implicações psicológicas e emocionais. Entre os mais freqüentes estão a catarata, diabetes, descolamento de retina, glaucoma, retinopatias e causas acidentais entre outras.</p>
Tratamento
<p>O portador de cegueira, que cresce naturalmente nessa condição, não costuma experimentar tanto sentimento de perda, mas encontra dificuldade natural para compreensão dos conceitos visuais, principalmente num mundo em que a visualização é um importante veículo de aquisição do conhecimento.</p>
<p>Por outro lado, quem adquire a cegueira depois de já ter enxergado, provavelmente já contará com alguma compreensão das noções baseadas nesse mundo visual, porém terá de elaborar o sentimento de perda de tudo o que lhe proporcionava a visão. É, em geral, difícil enfrentar o processo de perda e adaptação à nova condição, o que redunda em outra relação com o sentido da visão assim como a percepção com o mundo.</p>
<p>Dessa forma, cada indivíduo pode apresentar maior ou menor facilidade para lidar com as perdas em sua vida. Além disso, existem inúmeras nuances a serem observadas com relação à perda da visão, que influenciarão diretamente na absorção e na aceitação da nova condição. A fase em que ocorreu a perda, se na infância, na adolescência ou na fase adulta ou mesmo na terceira idade; a forma em que se operou tal mudança, se através de uma manifestação progressiva, se por um acometimento mais rápido, ou mesmo como resultado de um trauma ou acidente, é que desencadeará as diferentes reações.</p>
<p>São recomendados trabalhos de educação especial para quem tem diferentes problemas com deficiência visual. Pedagogicamente, o cego é aquele que, mesmo possuindo visão subnormal, necessita de conhecimento da escrita Braille (sistema de escrita por pontos em relevo) e como portador de visão subnormal aquele que lê tipos impressos ampliados ou com o auxílio de potentes recursos ópticos.</p>
<p>Além disso, vários outros recursos podem ser colocados em prática para a inserção ou reinserção de indivíduos com deficiência visual. São trabalhos que dependem de conhecimento específico e sobretudo de profissionais habilitados e especializados em cegueira.</p>
<p>Outros recursos adicionais que podem auxiliar cegos são: Reglet &#8211; prancheta perfurada, na qual, se escreve em Braille, com o auxílio do punção, objeto usado para produzir o relevo no papel; bengala &#8211; bastão metálico ou de madeira, utilizado pela pessoa portadora de cegueira para sua locomoção, que através de um movimento de varredura, acusa obstáculos geralmente um ou dois passos a sua frente; sorobã &#8211; instrumento que possibilita a operação de cálculos matemáticos, desenvolvido a partir do ábaco e de origem oriental; livros gravados ou falados &#8211; recurso largamente difundido a partir da popularização dos gravadores portáteis, que viabiliza à pessoa portadora de cegueira o acesso ao conteúdo de livros impressos em tinta e gravados em fitas k7, por voluntários, chamados ledores entre outros.</p>
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		<title>Celulite Orbitária</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:42:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Definição Celulite orbitária é uma inflamação dos tecidos profundos da órbita e essa deve ser diferenciada de outras inflamações palpebrais. Apresenta-se com grande edema palpebral com restrição e dor à movimentação dos olhos, deslocamento anterior dos olhos (proptose) e febre. É aguda e pode levar à tromboflebite e morte. Causas A causa predisponente de celulite [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>Celulite orbitária é uma inflamação dos tecidos profundos da órbita e essa deve ser diferenciada de outras inflamações palpebrais. Apresenta-se com grande edema palpebral com restrição e dor à movimentação dos olhos, deslocamento anterior dos olhos (proptose) e febre. É aguda e pode levar à tromboflebite e morte.</p>
Causas
<p>A causa predisponente de celulite na região orbitária de crianças é a sinusite ou infecção do trato respiratório superior assim como oriundas de trauma. Os agentes causadores da celulite orbitária em crianças com menos de 9 anos de idade são bactérias aeróbias. Já em pacientes adultos, os agentes tendem a ser por infecções causadas por flora mista.</p>
Tratamento
<p>O tratamento consiste em antibiótico por via sistêmica e deve ser iniciado de imediato. Há risco da infecção se propagar para o cérebro através do sistema venoso. Em alguns casos é necessária a drenagem cirúrgica do abcesso.</p>
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		<title>Ceratite</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:44:08 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[Definição
<p>Trata-de de uma inflamação da córnea que pode ser desde um problema crônico e levar ao déficit visual e inclusive a perda da visão. Até hoje muitos casos de ceratites representam um desafio para oftalmologistas de todo o mundo, já que pode evoluir lentamente e ser rapidamente progressiva com perfuração da córnea. O transplante de córnea também é indicado com insucessos de tratamentos anteriores.
São vários os tipos de ceratites, que podem estar relacionadas a higienização das lentes de contato, cirurgia ocular, manipulação de ferida operatória, uso de determinados medicamentos. Tipicamente há história de traumatismo e lesões oculares, doença corneana pré-existente, uso de lente de contato ou de corticosteróide tópico. Os sintomas incluem dor, lacrimejamento, fotofobia, diminuição de visão, secreção purulenta e hiperemia conjuntival, secreção de pálpebra.</p>
Causas
<p>Em geral, podem apresentar-se com sintomas que não permitem distinguir a fúngica, bacteriana e viral, sendo necessária a realização de exames laboratoriais para confirmar a presença do agente causador das ceratites. As ceratites são classificadas quanto à causa ou características próprias da infecção: infecciosa (provocada por agentes como bactérias, vírus e fungos), traumática (associada com doenças sistêmicas como a ceratite seca), alérgica (como a ceratite conjuntivite primaveril), neurológica (ceratite neurotrófica tóxica ou nutricional) ou desconhecida (ceratite de Thygeson) entre outras subclassificações.</p>
Tratamento
<p>O tratamento das ceratites depende do agente causador da infecção e pode requerer exames laboratoriais. Além disso, deve-se ter bastante critério para identificação do tipo de ceratite assim como do medicamento adequado para a devida orientação médica. Pode haver também necessidade de tratamento com antibiótico, caso a úlcera seja severa ou oclusão dos olhos por tempo indeterminado.</p>
<p>A seleção do tratamento mais adequado deve estar relacionado ao tamanho, gravidade, tempo da ulceração e das tentativas efetivadas. Pode variar desde tratamentos clínicos não intervencionistas com lubrificação intensa, curativo oclusivo e lente de contato terapêutica a procedimentos cirúrgicos, obstrução de pontos lacrimais e recobrimento conjuntival.</p>
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